OAB – Sucessão nacional espúria  – Artigo do advogado Adriano Pinto

Ainda na vice-presidência Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), LUIZ VIANA compareceu a solenidade de posse da nova presidente da OAB-BA, Daniela Borges, onde também estava o futuro vice-presidente da entidade nacional, RAFAEL DE ASSIS HORN.

Em sua fala  LUIZ VIANA, criticou o sistema eleitoral da OAB, registrou sua tentativa de operar mudança nele, denunciando que várias propostas de mudanças internas foram distribuídas para vários relatores, mas que não chegaram a ser votadas.

Faltou nominar esses relatores, e, sobretudo ficou devendo à advocacia brasileira, informar o destino do procedimento administrativo que, na condição de corregedor nacional da OAB, instaurou em face do episódio da falsidade ideológica de uma ata da diretoria na qual se formalizou a concessão de rica aposentadoria em favor de ex-servidor do gabinete da presidencial nacional.

Luiz Viana era pré-candidato à presidência da OAB Nacional, após romper relações com o atual presidente da instituição, por discordar da ligação do gestor com partidos políticos, que segue cotado para ser candidato a governador do Rio de Janeiro neste ano de 2022.

Como foi divulgado pelo presidente nacional com muita antecedência, ele já tinha garantido o compromisso de seccionais, em número suficiente para inviabilizar apoio de seis delas para o registro de chapa destinada à sucessão de 2022.

Atualmente, o sistema OAB segue SONEGANDO INFORMAÇÕES QUE DEVERIAM SER LEVADAS AO CONHECIMENTO DAQUELES QUE MANTEM O APARATO COM SUAS CONTRIBUIÇÕES COMPULSÓRIAS, AINDA ISENTAS DE CONTROLE DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO QUANTO A SUA APLICAÇÃO POR EFEITO DE UMA LIMINAR CONCEDIDA PELA MINISTRA ROSA WEBER em 2019.

Tem-se, nesse contexto, UMA SUCESSÃO NACIONAL ESPURIA, em que 81 conselheiros federais eleitos pelas seccionais, SEM CONSULTA OU COMUNICAÇÃO AOS SUSTENTADORES FINANCEIROS DO APARATO DA OAB ATUAM SEM VERDADEIRA EXPRESSSÃO DA  VONTADE DA ADVOCACIA.