Sob o titulo OAB – Comando Nacional – Legado Sinistro, o advogado Adriano Pinto, assina o artigo agora publicado.

I.- Logo após ser ungido por anterior compromisso assumido com o presidente nacional que deixa o posto depois de haver garimpado junto ao ex-presidiário e condenado por corrupção, solto por obra e graça do acolhimento de incompetência da Justiça Federal de Curitiba e suspeição do magistrado oficiante, Beto Simonetti deu entrevista ao MIGALHAS (31.12.2022), que ensejam oferecer contrapontos para despertar os incautos advogados supridores das contribuições financeiras compulsórias que dão sustentação ao aparato da OAB.

II.- O novo presidente da OAB destacou que seu compromisso será com a Constituição da República e seu partido é a Advocacia. Simonetti afirma que sua gestão será de “advogados para advogados”.

Integrante do comando anterior da OAB NACIONAL, não se tem conhecimento de reação sua contra a instauração pelo ministro DIAS TOFFOLI do  INQUERITO DO FIM DO MUNDO, assim denominado pelo então ministro MARCO AURELIO, questionado a formação que colocava nas mãos do ministro ALEXANDRE DE MORAES o poder absoluto para substituir o Ministério Público e determinar prisões, sem respeito ao direito de defesa.

Não explicou o novo comandante nacional da OAB, qual o destino de procedimento disciplinar aberto por efeito de imputação, por DOIS dos seus colegas de diretoria, de FALSIDADE IDEOLOGICA de uma ata de sessão concedendo rica aposentadoria a servidor do gabinete da presidência.

Também deixou sem noticia, o resultado de investigação instaurada pelo Ministerio Publico Federal, diante dessa imputação de FALSIDADE IDEOLOGICA.

III.- Defendeu o novo presidente nacional da OAB, lutar para que sejam vinculativos os pareceres que a Ordem emite sobre os cursos de Direito no Brasil. Com isto haverá campo para “ANULAÇÕES”, inclusive judiciais, quando melhor seria conferir credibilidade aos juízos avaliativos da OAB, preservando-a das mesmas situações sinistras que se repetem nos aparatos estatais.

Tormentoso acreditar que o novo gestor beneficiário de compromisso com as seccionais que inviabilizou o simples registro de chapa de oposição, assuma, agora, a defesa de projeto de lei que prevê eleições diretas para o Conselho Federal da OAB.

Pior ainda, que o novo comandante da OAB na abertura dos trabalhos do ano judiciário no STF  tenha transferido para o seu patrocinador eleitoral fazer as honras protocolares.