Da Constituinte às eleições de 2026, DireitoCE mostra em seis reportagens como nasceram, cresceram e se transformaram as forças partidárias brasileiras, com atenção especial ao Ceará
POR QUE O DIREITOCE PUBLICA ESTA SÉRIE
Os candidatos ocupam os palanques, aparecem na propaganda eleitoral, protagonizam os debates e têm seus nomes registrados nas urnas. Por trás de cada candidatura, entretanto, existe uma organização sem a qual a disputa eleitoral brasileira não pode acontecer: o partido político.
A própria Justiça Eleitoral destaca uma característica fundamental do sistema brasileiro: não existe candidatura avulsa. Para concorrer, o candidato precisa estar filiado a partido político.
Os partidos organizam candidaturas, participam da formação dos governos e das oposições e estruturam a representação política no Congresso Nacional, nas assembleias legislativas e nas câmaras municipais.
Apesar dessa importância, são frequentemente menos conhecidos pelo eleitor do que seus candidatos.
Quem são os partidos brasileiros? Como nasceram? O que defendem? Quem são suas principais lideranças? Qual é a dimensão de cada legenda? Como cresceram ou perderam influência? Por que partidos desaparecem, mudam de nome ou se fundem? E como chegamos ao quadro partidário das eleições de 2026?
Para procurar respostas, o DireitoCE publica a série especial “Presença dos Partidos na Política e nas Eleições Brasileiras”.
Serão seis reportagens, tendo como ponto de partida a Assembleia Nacional Constituinte de 1987-1988 e como destino as eleições gerais de 2026.
O Ceará terá atenção especial.
Mais do que apresentar uma sucessão de siglas, a série procura responder a uma questão fundamental:
como o poder político brasileiro passou a se organizar por intermédio dos partidos nas quase quatro décadas posteriores à Constituição de 1988?
Leia, a partir de amanhã, a primeira da série de reportagens: A Constituinte e a reconstrução dos partidos
