A Assembleia Legislativa do Ceará (Alece) vive um momento de intensificação das atividades nesta semana. Após exonerações no governo estadual, cinco deputados retornam aos mandatos, enquanto projetos de lei avançam em comissões e plenário, impactando carreiras públicas e políticas trabalhistas. As movimentações sinalizam um Plenário 13 de Maio mais agitado, com foco em pautas que afetam servidores e o orçamento estadual.
Retorno de Cinco Deputados Após Saída do Executivo
Cinco parlamentares – ligados principalmente ao PT e PSB – reassumem cadeiras na Alece após deixarem secretarias no governo Elmano de Freitas. A medida, anunciada na terça-feira (2), provoca rodízio de licenças nas bancadas para acomodar suplentes. Entre os retornantes, destacam-se Lia Queiroz (PSB) e outros nomes que ocupavam pastas estratégicas. O impacto imediato é o reforço da oposição e debates mais acalorados em sessões plenárias.
(Fonte: Diário do Nordeste / PontoPoder, 02/04/2026; UrbNews, 02/04/2026)
Projetos Aprovados e em Tramitação
Na segunda-feira (1º), a Alece aprovou projetos do Executivo que alteram carreiras de servidores, criam gratificações e instituem um fundo trabalhista. Paralelamente, onze proposições de deputados iniciaram tramitação, incluindo temas como saúde, segurança e finanças públicas. As comissões técnicas, como Constituição e Justiça, e Orçamento e Finanças, foram as mais ativas.
Essas aprovações ocorrem em meio à execução da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2026, aprovada em dezembro de 2025, com R$ 7,7 bilhões para saúde e R$ 7,1 bilhões para educação. O retorno dos deputados pode influenciar votações pendentes, como reajustes salariais – aprovado em março para governador (R$ 22,8 mil) e vice.
(Fontes: TrendsCE, 01/04/2026; Site oficial da Alece, 01/04/2026)
A agenda reflete o equilíbrio entre base governista e oposição, com foco em demandas de servidores e ajustes fiscais. Sessões plenárias e comissões seguem na próxima semana, com transmissão ao vivo no canal da Alece no YouTube.
